Se a poesia está morta
Eu não sei se aconteceu
Mas te juro não fui eu
Também isso pouco importa
A poesia nunca morre
Ela em minhas veias corre
Tal qual uma linha torta

O poeta tem o dom
De tornar sua poesia
Um momento de magia
Como fez nosso Drummond
Com a pena ela rimava
Com o verbo ele ditava
Na canção um novo tom

Terço loas aos poetas
Esses vates menestréis
Que em prosas ou cordéis
Não tolhiam suas metas
De legar suas culturas
Para gerações futuras
De maneiras tão discretas

Suassuna, gratidão
Poeta paraibano
Castro Alves, o baiano
Gonçalves do Maranhão
Para eles bato palma
Esses épicos da alma
Fontes de inspiração

Edimar Monteiro
17 de junho de 2026
Foto: IA