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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

O fardo que carregamos


Vamos e convenhamos
Que tudo que foi prazer
Um fardo virá a ser
Quando mais não desejamos
O desejo é passageiro
Vai embora tão ligeiro
Quando menos esperamos

Ninguém vai voltar atrás
Para um começo novo
O ditado é do povo
Entenda se for capaz
Comece todo agora
Faça tudo que te aflora
Passado não volta mais

Edimar Monteiro
30 de novembro de 2025

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LITERATURA DE CORDEL