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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

Encontre a carapuça

Esta culpa não é minha
São palavras de um escroto
Ela é sempre do outro
Já tornou-se ladainha
Se comporta como cego
Alimenta o seu ego
Neste passo ele caminha

Não respeita o irmão
E nem mea-culpa faz
Porque ele é incapaz
De sentir uma emoção
Sua culpa ele transfere
Pois no fundo ele prefere
Viver sua negação

Sem responsabilidade
Nunca traça a sua meta
Segue sempre em linha reta
Escondendo a verdade
Esquece do altruísmo
Atolado em egoísmo
Não se curva à humildade

Edimar Monteiro
30 de março de 2026

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LITERATURA DE CORDEL