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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

O velo de ouro

Se fosse um tempo ido
Agiria sem pensar
Nem queria acreditar
Se seria descabido
Hoje evito ao extremo
Pois eu nunca fui supremo
Nem o Deão do cabido

Não tomo uma decisão
Sem um pouco meditar
Para poder evitar
Futura decepção
Eu consulto os meus pares
Não sou rei dos sete mares
Nem o velo do Jasão

Hoje busco comunhão
Tento agir com parcimônia
Evitando acrimônia
Sem ser um Frei Damião
Quem nasceu pra ser mortal
Nunca será colossal
Nem um Deus do Panteão

Edimar Monteiro
29 de janeiro de 2026

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LITERATURA DE CORDEL