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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

A cor da senilidade


Uma vez alguém me disse
E eu fiquei de prontidão
Prepare seu coração
Pra chegada da velhice
Para uns maravilhosa
Para outros odiosa
Ou fase da caduquice

Teu passado é teu guia
Pra tua senilidade
Que terá sobriedade
E plena sabedoria
Ou terá desassossego
Longe de um aconchego
Em modo de letargia

Sob a proteção divina
Cumpra bem o teu dever
Tentando absorver
O que a bíblia te ensina
Velhice não tem idade
Ela tem dignidade
E a cor que nos fascina

Edimar Monteiro
16 de abril de 2026

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LITERATURA DE CORDEL