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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

Um sublime frenesi

Na doçura da nudez
Os mamilos eregidos
Tão somente protegidos
Pela sua timidez
O ventre em exposição
As ancas em profusão
Era sim e não talvez

Escondendo o restante
Só um pouco contarei
O seu corpo abracei
Em loucura excitante
Este ato foi que fez
Aumentar minha rigidez
No colóquio penetrante

Com meu corpo extasiado
Do sublime frenesi
Relaxei sem me sentir
E virei-me para o lado
O martírio foi cedinho
Eu me percebi sozinho
Foi um sonho acordado

Edimar Monteiro
10 de abril de 2026

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LITERATURA DE CORDEL