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MINHA VIDA, MEUS CORDÉIS

Uma vênus que se desponta

Onde devo usar perfume
A pergunta foi lançada
Onde quiser ser beijada
À resposta do queixume
A mulher é intuitiva
Verdadeira e assertiva
Mesmo quando tem ciúme

A mulher não nasce pronta
Ela mesma se constrói
Pouca coisa a destrói
Não usa do faz-de-conta
Ela cria o seu momento
É poesia em movimento
É Vênus que se desponta

Uma mulher não se define
Ela é o que quiser
Faça ela o que fizer
Seu lugar é na vitrine
Pra minha rima ser fiel
Pra ela tiro o chapéu
Que Deus sempre a ilumine

Edimar Monteiro
10 de abril de 2026

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LITERATURA DE CORDEL